Quinta-feira, Maio 25, 2006


A Volta......
Um ano sem escrever, e muita gente ainda continua a passar por aqui.
A necessidade de escrever ainda e lenta.
Descobri neste ano que passou que as vezes sinto falata de compartilhar.
Ser mãe, muher não é pra qualquer uma.
Mais quero voltar aos poucos, e quero imprimir no blog
uma cara mais pessoal, éclaro que os links legais
ainda vão estar aqui.

Luanna - 11:31 AM

Sexta-feira, Maio 13, 2005


Despedida.....
Como terminar um blog ?
É porque terminar um Blog ?
Estes foram meus 02 pensamentos nas últimas semanas...
Mas a razão é simples, alias simples até demais
pra mim....
MUITO cansada, e trabalhando MUITO.

2005 tem sido um ano maravilhoso pra mim,
sabe quando teus sonhos se realizam ,pois é.
Só não me contaram que teria que trabalhar MUITO para
mante-lo, e que, o tempo que me sobra e pra curtir minha família.....
É tem sido maravilhoso, as viagens, os cinemas os teatros e as pizzas de sexta.
Então, não tenho tido tempo de escrever, e nem tenho
tido tempo em pensar em algo pra escrever.
Mas o blog tem uma freguesia boa, e não queria simplesmente tirar do ar.
Então curta os textos antigos, e obrigado a todos os visitante.
Bye

Luanna - 8:12 PM

Quinta-feira, Maio 12, 2005


Jogo de empurra-empurra

Na semana passada, uma notícia vinda dos EUA indignou muita gente. Uma criança de cinco anos foi algemada e retirada da sala de aula por três policiais. Motivo? Indisciplina na escola. A professora e a diretora pediram ajuda policial porque não conseguiram conter a crise da garota, que reagiu com a veemência típica dessa idade ao ser impedida de continuar fazendo o que queria.

Nesta semana, uma reportagem da revista "Veja" trata de um tema interessante: a fobia escolar dos professores brasileiros. Qual a causa desse fenômeno? A indisciplina dos alunos no espaço escolar. E estamos falando de alunos de escolas privadas, filhos da classe média. Quantos ficarão indignados com essa matéria? Poucos, mas faltou muito pouco para o texto explicitar que o comportamento dos alunos hoje é caso de polícia.
Todos têm suas justificativas para explicar a violência, o descaso e o desrespeito na relação de crianças e jovens com seus professores. Os diretores e coordenadores afirmam que o problema são os pais, que terceirizam a educação de seus filhos. O argumento é o de que as famílias não têm tempo nem disponibilidade para a tarefa de educar. Isso significa que os filhos chegam à escola sem nenhuma civilidade, sem educação e sem saber respeitar a autoridade, o que inviabiliza a convivência respeitosa com os professores e leva ao quadro da indisciplina generalizada que testemunhamos.
Os professores responsabilizam os pais também e, principalmente, os diretores e coordenadores das escolas. Dizem que os chefes praticam a política de atender bem a freguesia e que isso significa não melindrar alunos, não exigir deles tudo o que podem fazer, não fazer valer as normas que adotam em seu trabalho etc. Mais: quando algum professor se arrisca a defender seu ofício, é interpelado por pais e coordenadores que querem evitar atitudes chamadas hoje de "autoritárias".
Os pais, por sua vez, adotaram o papel de proteger o filho de tudo o que possa desagradar, magoar, frustrar, provocar sofrimento ou angústia etc. Isso resulta em intervenções absolutamente inadequadas no espaço escolar que só têm uma utilidade: a de evidenciar que eles não confiam na escola nem delegam a ela seu papel. Não permitem que o filho aprenda a ser aluno.
E como traduzimos o resultado de tudo isso? Na desqualificação de crianças e jovens. Dizemos que eles não têm limites, que não se envolvem nem se responsabilizam pela vida, que não têm projetos, que são consumistas, vaidosos, individualistas, superficiais e exageradamente erotizados, que têm problemas de vários tipos. E dá-lhes tratamentos especializados, agendas superlotadas, vestibulares etc.
Em resumo: estamos responsabilizando essa geração pelo nosso fracasso. Eles estão pagando, e bem caro, a conta que é nossa.
No domingo passado, o canal pago GNT reapresentou um programa da TV inglesa em que dez garotas, de idades entre 10 e 12 anos, passaram cinco dias em uma casa sem adultos. O documentário mostrou exatamente o que acontece quando os adultos não se responsabilizam pelos mais novos: agressões, violência, desrespeito, destruição. Numa cena, uma garota que decidiu usar o recurso de apertar a campainha para sair da casa disse: "Eu pensei que essa experiência fosse ser muito legal, mas está sendo um pesadelo". Os pais, que acompanharam tudo por um monitor, ao final do período de confinamento perguntavam às filhas se elas tinham se divertido e se tinham sentido falta da família. Ora, ora...
É isso: o que tem acontecido nas escolas é um pesadelo para os alunos. O que eles pedem é a presença firme e competente dos professores. Em casa, precisam dos pais exercendo sua função. Como eles não têm o recurso da campainha para sair da cena, fazem barulho.
Já está na hora de parar com essa história de a escola responsabilizar alunos e pais pelos problemas que são seus e de pais se omitirem, de modo impotente, de seu trabalho.


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ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
@ - roselysayao@folhasp.com.br

Luanna - 3:24 PM

Segunda-feira, Abril 25, 2005


Aprendendo a Ler....
Minha linda filha está nos primeiros passos para aprender a ler.
hoje em dia e tudo muito moderno e já não se usa a tal cartilha....
Mas ela está indo bem, e já lê algumas placas sozinhas...
Mas uma coisa que ela ADORA, e ler lista de supermercado
dá um trabalho danado fazer a lista, e demora muito mais
para fazer o super....
Mas e tão bão ve-la lendo e indo atrás do produto e depois riscando
o mesmo da lista.
Uma coisa fofa, a descoberta de um novo mundo...
Outra coisa legal, e a pesquisa de palavras em revistas, e lá vai
ela toda encantada descobrindo no meio dos textos palavras que ela conhece...
E fico pensando que daqui a pouquinho ela vai ler seus livros sozinhas, e
tirar suas conclusões e suas predileções sem minha interferência.
ou seja o cordão fica cada mais mais tênue...hehehe

Luanna - 9:01 PM

Quarta-feira, Abril 20, 2005


O lado negro da Força..........
tem se falado muito em racismo, é mais uma vez vejo
como as pessoas sendo hipocritas.
A classe média miope está em burburinho, afinal não
pode xingar alguém de " negro de merda".
Mas pode-se preferir empregados brancos, amigos brancos,
atendente brancos e garçons brancos...
O mesmo povo que acha racismo um horror, tá na mesa do bar
rodeado de garçons branquinhos e ninguém reclama com o dono.
E são os mesmos que acham natural os melhores cargos da empresa
em que trabalham não ter um só negro.
Assim é o Brasil, onde gays, negros, loiras, mulheres e pobres são
muito bem vindos, na casa do vizinho claro.....
Eu ainda tenho que sorrir e dizer, claro que o argentino tem que ser preso.......
Ninguém merece

PS : Na minha casa a empregada e preta, e na empresa em que trabalho a proporção e de
40 % de negros, é meu coordenador é mulato, é meu colega mais querido do trabalho e negraço LINDO.

Luanna - 9:34 PM

Terça-feira, Abril 12, 2005


Carioquês, Paulistês e Baianês

Minha filha está na alfabetização e vive um dilema
estranho em casa, cada um e de um lugar diferente do Brasil.
Portanto, ela precisa de tradução simultânia, tipo assim...

-Desenha na lousa o farol...
(tradução pro carioquês)
-Desenha no quadro um sinal de trânsito

- Você quer purê de madioquinha, ou escarola refogada
(Tradução em carioquês)
- Você quer purê de batata baroa ou chicória cozida

- Não esqueça a Lancheira
( tradução em carioquês)
- Não se esqueça a merendeira

- Bichina dá um cheiro na maeinha
(tradução do baianês pro carioquês)
- Minha filha mê de um beijo

Não é muito dura a vida de uma criança poliglota...risos....

Luanna - 5:43 PM

Quarta-feira, Abril 06, 2005


Nada na cabeça......
Utimamente não tenho tido muita inspiração para escrever
o que é pessimo pro contador de visistas.
Mas aí penso que escrever um blog, deve ser uma coisa
leve e não uma obrigação.
Então vc que vem aqui sempre já deve estar acostumado
com minhas crises de sumiço...
Mas eu volto.

Luanna - 8:56 PM

Segunda-feira, Março 21, 2005


A Patrulhinha....
Um dia eu ei de saber.....
Porque sempre fui patrulhada...
Porque sempre fui tão polêmica....
Porque sempre fui tão odiada....
Se a vida tanto me encanta porque não
posso ser levada....
Por mitos e ritos que não me pertencem , mais me fazem ficar
mais aplumada.....
É assim quem sabe eu seja amada....

Luanna - 7:44 PM

Sexta-feira, Março 18, 2005


Novo Cd do Palavra Cantada
Ok para Tudo que vc está fazendo...
vá até o site do palavra cantada
http://palavracantada.com.br
E ouça uma previa do novo Cd deles Pé com Pé
Se eu que sou adulta não paro de cantar, seu filho então
vai amar...
minha filha pergunta todo dia, se já chegou nas lojas.
e eu me acho a melhor mãe do mundo, por ter ensinado
minha filha a gostar de música, ainda mais com qualidade.
Eles percorreram o Brasil todo, atras de sons típicos brasileiros, e criarão
canções para dançar em cima destes ritmos brasileros.
E uma dadivá poder ouvir os Cds do palavra e este vai para casa
assim que sair nas lojas.............

Luanna - 9:37 PM


A arte de se Rebelar
Você ja se rebelou hoje ?
Não !!!
Então não leu jornal minha cara.
Ou você acha que o prefeito do Rio não
deveria ver o Sol nascer quadrado ,pelo
crime de deixar a saúde do Rio do jeito que está.
Ah! minha Sra., já sei vc tem plano de saúde e só frequenta
hospital particular....mas a sua empregada que cuida da sua filha
não, sem falar no seu porteiro, e ai não adianta reclamar que sua
pimpolha pegou conjutivite e rotavirús, porque por incrivel que pareça
não privatizaram o ar....

Luanna - 9:32 PM

Quinta-feira, Março 17, 2005


Só me resta a Rebeldia...
Fico pensando que a única arma que eu tenho
neste universo tão customizados de gente tão
louca,e a Rebeldia.
Eu não aceito, e boto a boca no trombone.
É Feio eu sei....
Mas é, o que me resta, ser eu mesma e dizer, eu não
concordo.
por eu ser tão Rebelde minha filha não é.
eu sempre querendo instiga-la a se rebelar, mas
ela nasceu uma Barbie e não tem jeito.
Então vou me rebelando com outras coisas da
vida e deixando a bichinha em paz!!!

Luanna - 7:58 PM


Só me resta a Rebeldia...
Fico pensando que a única arma que eu tenho
neste universo tão customizados de gente tão
louca,e a Rebeldia.
Eu não aceito, e boto a boca no trombone.
É Feio eu sei....
Mas é, o que me resta, ser eu mesma e dizer, eu não
concordo.
por eu ser tão Rebelde minha filha não é.
eu sempre querendo instiga-la a se rebelar, mas
ela nasceu uma Barbie e não tem jeito.
Então vou me rebelando com outras coisas da
vida e deixando a bichinha em paz!!!

Luanna - 7:58 PM


Só me resta a Rebeldia...
Fico pensando que a única arma que eu tenho
neste universo tão customizados de gente tão
louca,e a Rebeldia.
Eu não aceito, e boto a boca no trombone.
É Feio eu sei....
Mas é, o que me resta, ser eu mesma e dizer, eu não
concordo.
por eu ser tão Rebelde minha filha não é.
eu sempre querendo instiga-la a se rebelar, mas
ela nasceu uma Barbie e não tem jeito.
Então vou me rebelando com outras coisas da
vida e deixando a bichinha em paz!!!

Luanna - 7:58 PM

Quinta-feira, Março 10, 2005


rosely sayão
Vestibular é único objetivo de pais e escolas

Nos últimos meses, pudemos acompanhar quase diariamente, na maioria dos jornais, reportagens dos mais diversos tipos e com diferentes enfoques a respeito do vestibular. Já, nos últimos 15 dias, foram os trotes que chamaram a atenção tanto da imprensa quanto de quem transitou pelas ruas próximas das faculdades. Calouros com os corpos pintados, alcoolizados, obedecendo a ordens esdrúxulas dadas por veteranos dispostos a humilhar e a tomar algumas cervejas com o dinheiro coletado pela moçada foi o que mais pudemos encontrar. E os recém-ingressos nas faculdades nem sempre desgostavam da situação a que estavam sendo submetidos. Afinal, passaram no vestibular e a grande conquista estava sendo publicamente anunciada. Esse assunto rende uma boa conversa.
Muitas escolas de educação infantil já se defrontam com pais que querem saber se o projeto escolar considera o exame para o ingresso na faculdade
Desde muito cedo, o tema vestibular passa a fazer parte do cotidiano de crianças e jovens. Muitas escolas de educação infantil já se defrontam com pais que querem saber se o projeto escolar considera o exame para o ingresso na faculdade. É possível uma coisa dessas? A criança nem bem entende direito o que é escola e o que significa ser aluno, e os pais já pensam no vestibular. Durante todo o ensino fundamental, professores e pais continuam com a ladainha: usam e abusam da ameaça do vestibular para tentar fazer a garotada estudar. O grande diferencial das escolas, para muitos pais, é que ela prepare bem seus alunos para passar no tal exame. E no ensino médio, então? Muitos alunos que freqüentaram durante oito anos a mesma escola são encorajados, quando não obrigados, pelos pais a mudar justamente nessa hora -e não por um motivo justo, mas porque uma outra tem mais tradição ou é mais eficaz em classificar alunos para cursar determinadas faculdades. O fato é que passar no vestibular acaba se tornando o grande desafio dos jovens, a grande meta da vida, uma das coisas mais importantes a almejar. O grande problema é que tudo pára por aí mesmo. Passou no vestibular, pronto: a caminhada termina, pois o objetivo foi alcançado e nada mais faz sentido para muitos dos jovens então universitários, antes tão concentrados na meta a alcançar. Os pais entraram de cabeça nesse equívoco e boa parte das escolas foi junto. Basta ver as enormes propagandas que as escolas de ensino médio ostentam nas ruas das grandes cidades para constatar o que elas -e os pais também- valorizam: os primeiros lugares nos exames vestibulares, a quantidade de alunos que conseguiram acesso às faculdades. Se o aluno aprendeu a viver e a conviver no espaço público, se experimentou verdadeiramente as responsabilidades e os deveres decorrentes da vida em grupo, se vivenciou a solidariedade com os colegas, se teve a oportunidade de se tornar aluno e apreciar o conhecimento, isso não importa. Importante mesmo é entrar na faculdade. Já sair dela é uma outra história. Os professores universitários conhecem de perto, bem de perto, o desinteresse e a passividade dos alunos do chamado ensino "superior". Fazer faculdade, hoje, significa a oportunidade de viver na farra para grande parte dos jovens. Abandonar o curso escolhido, perder o interesse pelos estudos, trocar várias vezes de curso e deixar disciplinas pendentes ano após ano são práticas cada vez mais comuns na vida universitária. Muitos dos jovens, antes tão envolvidos com o estudo que possibilitaria a entrada na faculdade, passam a mostrar interesse em abandonar a escola para dedicar-se a algum tipo de atividade profissional que dispense a graduação. O que é que estamos fazendo com esses jovens? Já está na hora de deixar de dar tamanha importância ao vestibular e de apontar a vida de filhos e alunos para essa direção. Os jovens merecem orientação melhor na vida, eles precisam dessa chance. E cabe a nós, adultos, essa tarefa. Pais e professores bem que poderiam se unir para dar um basta a tanta bobagem. Que tal os alunos aprenderem literatura para entender melhor a vida em vez de estudarem o resumo e a análise de grandes obras literárias para passar no vestibular?

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha). @ - roselysayao@folhasp.com.br

Luanna - 7:10 PM

Quarta-feira, Março 02, 2005


Por onde eu ando.
Eu ando num mundo estranho, num mundo no qual não reconheço semelhantes.
Estranho mundo, onde o que vale e a mentira, a hipocrisia.
Estranha sou eu neste mundo tão doente, e eu com minhas incertezas querendo achar
um semelhante.
E por não achar este semelhante, me sentir tão fragil e me sentindo tão
fragil neste meu pequeno mundo, uso sempre a força das minhas palavras e da
minha expressão.
E sempre me questionando, e me questionando por onde ando.....

Luanna - 9:32 PM



BLOG CRUZEIRINHO Editorial
Este Blog é uma homenagem a minha filha Priscilla, que me fez redescobrir o prazer da infância. Neste mundo tão pequenininho eu descobri um imenso universo cultural, e por muitas vezes me vi curtindo tanto quanto uma criança... Por incrível que pareça descobri uma forma maravilhosa de ser FELIZ. E ser FELIZ é a mais importante das metas, a ser atingida por nós e por nossos filhos. Por isso desejo a todas as crianças e a minha filha, sempre: FELICIDADES

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